Master em Meditacao e Mindfullnes Julho 2022
Master Meditacao e Mindfullnes.
1_ O que é Antharkarana?
2_ O que é Amanaska?
3 _O que é Zazen?
4 _O que significa Sama?
5 _O que são os Dhyanasanas?
6 _Que tipo de respiração é recomendado para concentração e depois
meditação?
7 _Quais são os 4 asanas que Asuri Kapila ensinou?
8 _Por que a postura para meditação deve ser sentada?
9 _Quais são os mudras usados nas meditações?
10 _O que são os Vrittis?
11 _O que é um Mala?
12 _O que é Japa?
13 _O que é Mantra?
14 _O que é nada?
15 _O que é Tarkha?
16 _O que significa Meru?
17 _O que é Laya Yoga?
18 _Descreva a contemplação?
19 _O que é Visualização e qual a diferença com contemplação?
20 _Cores que devem ser visualizados para acalmar a mente?
21 _O que são dristtis?
22 _O que é Vipassana e por quem foi desenvolvido?
23 _O que é Samatha?
24 _O que é Samaskara?
25 _O que é Anthar Mouna?
26 _Explique o Aarathi? e por que cada objeto é usado. na meditação hindu
1 : Antahkarana é uma palavra em sânscrito que significa "a causa
interna", e é o nome dado à ponte, à conexão entre a mente
concreta inferior com a alma e entre a alma e a Mônada, através da tríade
espiritual.
Pictoricamente ele se compõe de três "fios". Eles são:
- O Sutratma:
- Também conhecido como "fio da vida"
ou "cordão de prata". Parte da Mônada e vai até a
personalidade, através da alma, e está ancorado no coração. Esse é o
fio que mantém a vida na forma. Pode-se dizer que age "de cima
para baixo", pois o impulso que o fortalece vem da Mônada e
independe de nós.
- O fio da consciência (inteligência):
- Também chamado de "cordão dourado".
Parte da alma, e está ancorado na cabeça. É o vínculo entre o princípio
mental superior e a mente inferior. O "rompimento" deste fio
provocaria morte cerebral, mas não necessariamente a morte física. É
também através desse caminho que normalmente "viajamos" durante
a noite, em nossos sonhos. Pode-se dizer que age "de baixo para
cima", pois sua construção e fortalecimento depende de nós.
- O fio da atividade criativa.
- Seu desenvolvimento é iniciado pelo próprio ser
humano, e quando suficientemente construído está ancorado na garganta.
Nosso veículo mental encontra uma expressão mais plena através do poder
criativo proporcionado por esse chakra.
Desta forma, o antahkarana alimenta o aspecto material, a consciência/alma,
e serve de canal para a própria vida. A meta de todos os aspirantes e
discipulos é se tornar consciente deste influxo de energia em suas várias
diversificações e empregá-las no plano mental inferior.
Podemos dividir a formação do antahkarana e seu desenvolvimento em duas
grandes etapas.
Na primeira, através do sutratma a alma cria nossos veículos de expressão
nos planos mental, astral e físico. No plano físico, ele se ancora no chakra
sacro (embora eventualmente, em nossa evolução, se mova para o chakra
laríngeo). Na segunda, a alma em encarnação começa a desenvolver sua
consciência primeiro no plano físico, então no astral, e por fim do mental
inferior, e então inicia o trabalho - que basicamente é meditativo e de serviço
- para eliminar a quebra de consciência entre os três aspectos mentais (mente
concreta, corpo causal e mente abstrata), completando a formação desta parte do
"caminho de retorno" à Mônada. Este caminho "de baixo para
cima" é sem dúvida muito mais difícil de ser concluído, pois diferente do "caminho
de descida", deve ser desenvolvido de forma consciente, através do
serviço. Ele não ocorre, usando uma expressão até um pouco inadequada, de forma
automática.
É útil separar o antahkarana em duas partes com fins didáticos: o
antahkarana inferior e o superior.
O antahkarana inferior liga a personalidade ao corpo causal (também
chamado de alma ou anjo solar). Embora o sutratma
esteja sempre ativo, e seja sempre contínuo, o mesmo não é completamente
verdadeiro com o fio da consciência. Existe uma "lacuna" de
consciência entre personalidade e alma.
Esta lacuna também existe entra a alma e a tríade superior, e é
eliminada pela construção do antahkarana superior.
O desenho abaixo ilustra isso:

E onde nós devemos concentrar nosso trabalho, considerando essa divisão?
Para responder a essa pergunta, observem o próximo desenho. Ele ilustra os
planos mental, intuicional e espiritual, apontando onde se encontra cada
um dos príncipios citados acima.

No desenho podemos ver um grande triângulo representando a tríade superior
(do qual destaco o vértice inferior, o àtomo manásico permantente), o
corpo causal e nossa unidade mental.
Lembremos que abaixo do plano mental ainda temos os planos astral e físico,
e que do quarto subplano mental (onde se encontra a unidade mental) "para
baixo" estamos falando de nossa personalidade, dos três veículos de
expressão usados durante nosso período encarnado.
Se pensarmos em termos de plano intuicional e espiritual, buscando o
contato com a tríade superior, tudo parece tão distante! Mal conseguimos
compreender o que esses planos de fato representam, quem dirá obter essa
continuidade de consciência em todos eles. Mas reparem que nosso corpo causal
está apenas um subplano acima de nossa unidade mental! E nem mesmo estamos falando de outro plano,
ele se encontra também no plano mental, que está longe de ser um estranho para
nós. Simbolicamente, podemos simplesmente estender nossas mãos e alcançá-lo! Em
outras palavras, todos podemos aspirar à alma. Ela é uma meta realista. Ainda
que seja uma meta que leve muitas (centenas) de encarnações para ser atingida,
ela está "logo ali".
E mesmo após essa etapa, que representa o antahkarana inferior, é muito importante notar que a ligação
entre o corpo causal e o átomo manásico permanente (e consequentemente a tríade
superior) deve ser construída também no plano mental.
Nesse momento, vou reproduzir uma citação simplesmente fantástica do livro
"Os Raios e as Iniciações" (pág 464). Os grifos são meus.
"O plano mental que precisa ser ligado é como uma grande torrente de
consciência ou de substância consciente, e de um lado a outro desta torrente, o
antahkarana tem de ser construído. Este é o conceito que está por trás deste
ensinamento e por trás do simbolismo do Caminho. Antes que um homem
possa trilhar o Caminho, ele próprio tem de tornar-se o Caminho. É
da substância de sua própria vida que ele precisa construir
esta ponte arco-íris, este Caminho Iluminado. Ele tece-o e o ancora tal
como a aranha tece um fio ao longo do qual pode viajar."
Falamos o tempo todo no "Caminho". Neste trecho, DK nos indica
uma relação direta entre a construção do antahkarana e esse
"Caminho". E mais importante, torna explicito que esse caminho é
construído com a matéria de nossa própria consciência. Neste
sentido, vamos nos lembrar de que nosso trabalho mental qualifica, transmuta essa
matéria mental. DK insiste no ponto de que o trabalho meditativo é
a chave para a construção dessa ponte, e isso encontra eco em toda sua obra. A
partir do momento em que essa ponte está construída, ainda que de forma
imperfeita, podemos começar a trilhá-la, refletindo no plano físico a vontade
espiritual.
Nossa foco neste momento é portanto buscar eliminar a
"descontinuidade" de consciência que existe entre nossa mente
inferior e nossa alma (corpo causal). Conseguindo isso, o aspirante "toma
sua posição, e olhando para cima, vê uma terra prometida de beleza, amor e futura
visão". Ainda nas palavras do tibetano, "continue com o trabalho
de construir o antahkarana e a luz brilhará sobre seu caminho e a revelação
acompanhará seus passos".
E para isso, uma das principais ferramentas é a visualização, a imaginação
criativa. Associado ao trabalho que representa o caminho rumo à terceira
iniciação - a unificação dos três corpos da personalidade e sua utilização como
expressão da alma - a busca consciente, constante, da criação dessa
"ponte" em matéria mental é essencial. Os detalhes dessa
construção são extensos, e recomendo fortemente a leitura das páginas 441 a 530
do livro "Os Raios e as Iniciações" para ter uma primeira visão do
assunto, em especial a parte em que são descritos os seis passos dessa
construção: intenção, visualização, projeção, invocação
e evocação, estabilidade e ressurreição.
Ao final desse processo encontramos a quarta iniciação, a
"crucificação", com a consequente extinção do corpo causal. É
importante lembrar que a "crucificação" é da alma, e não da
personalidade. No momento em que o antahkarana está plenamente ativo, o homem
fica monadicamente consciente, e o corpo causal não é mais
necessário. Ele desaparece, restando apenas o sutratma, porém agora qualificado
pela consciência, que mantém sua individualidade em meio ao todo, e
também pela criatividade; deste modo a consciência pode ser
focalizada à vontade no plano físico em um corpo externo ou forma.
Encerro este artigo com uma última reflexão. Na obra de Alice Bailey é
colocado de forma muito contundente a importância da evolução como grupo.
Falamos um pouco sobre isso no artigo sobre a importância do grupo, cuja leitura
recomendo. Todo o trabalho de desenvolvimento do antahkarana está em
consonância com isso. Na citação dada um pouco acima, o antahkarana foi chamado
de "ponte arco-íris". Expandindo um pouco esse tema, quando estamos
criando esse "caminho iluminado", estamos utilizando matéria mental,
qualificada de acordo com nosso trabalho e nossa natureza. Essa matéria, essa
energia, essa "luz" possui uma cor definida, como é de conhecimento
de todos que já leram alguma coisa sobre os sete raios.
Cada um desses raios possui uma cor bem definida (na verdade, duas: uma esotérica,
relacionada a alma, e uma exotérica, relacionada à personalidade). A construção
do antahkarana possui a tônica do raio da personalidade e da alma, sendo
portanto simbolicamente a fusão de duas cores. Mas um arco-íris por definição
contém todo o espectro de cores visíveis. Essas outras cores estão
representadas pela construção do antahkarana do restante da humanidade. O
esforço individual para se ligar ao corpo causal e à Mônada reflete-se no
grupo, e na humanidade como um todo. Nas palavras do tibetano, no livro
"Discipulado na Nova Era":
O antahkarana está agora sendo construído por todas as personalidades
infundidas pela alma (ou construído inconscientemente por todos os que estão se
esforçando para alcançar estatura e orientação espiritual), e está rapidamente
se tornando um forte cabo, composto de todos os muitos fios de luz viva, de
consciência e de vida; esses fios estão misturados e unidos de tal forma que
ninguém pode realmente dizer: "meu fio, ou minha ponte, ou meu antahkarana"
2 : Na filosofia hindu e yogue, amanaska
descreve uma mente livre de desejos e pensamentos. O termo vem do prefixo
sânscrito, a, que significa “não” ou “sem”, e manas, que significa “mente”. É,
portanto, traduzido como “sem mente” e refere-se ao samadhi, que é um estado
profundo de meditação em que os pensamentos e a respiração cessam...
Acredita-se que o estado de amanaska seja sinônimo de Raja yoga ("rei dos
yogas"). De acordo com o "Amanaska", que toma a forma de um
diálogo entre o Senhor Shiva e Vamadeva, esse estado permite que os iogues
alcancem o Eu Superior, ou o rei interior. Ele descreve isso como semelhante,
mas além de dormir e acordar. O iogue está desperto para a Realidade Suprema,
que está além dos sentidos, mas adormecida para o mundo. De acordo com o
"Amanaska", este estado superior de Raja Yoga é paz, serenidade,
bem-aventurança e contentamento, imperturbável por pensamentos ou
preocupações."
3: Zazen é a base da
prática Zen Budista. O objetivo do zazen é "apenas sentar", com a mente
aberta, sem apegar-se aos pensamentos que fluem livremente. Isto é feito tanto
através do uso de koans, o principal método Rinzai, ou o sentar-se
completamente alerta, o qual é o método da escola Soto.
4: Sama significa igual e
vrtti é o mesmo que ação ou movimento. Essa técnica está ligada ao foco e ao
equilíbrio. É preciso inalar e exalar na mesma proporção. Por exemplo: inspire
1-2-3-4 e depois expire: 1-2-3-4.
Sama significa “igual” e vritti,
“modificações”. Nessa técnica respiratória, estamos nos referindo às fases da
respiração e também às flutuações da mente.
Sama é a calma do corpo e da mente. Para meditar é essencial que a pessoa possa relaxar e todas as suas posses.5: Dhyanasanas: Condições que a postura deve cumprir para meditar.- Períneo orientação para a Terra.- Joelhos mais baixos que os quadris.- Coroa em conexão com o céu.- Coluna esticada, com suas alterações naturais.- Mãos relaxadas, no colo ou em mudras que não impliquem tensão.
Sw. Maitreyananda: Meditar significa não
pensar, ou seja, não duvidar, não comparar imagens nem ter ideias. É o total
repouso da mente. No Yoga, meditar tem o nome Dhyana, que é o passo anterior ao
Samadhi. Não há yoga sem meditação. A meditação é a única técnica comum a todos
os métodos de Yoga. Para meditar, preferivelmente é desejável ou aconselhável
que o tronco esteja erguido, que estejamos sentados comodamente e em contacto
com o solo. A coluna vertebral deve estar livre porque se estivermos encostados
geralmente não se medita, apenas se relaxa. Há cerca de doze dhyanasanas ou
posturas de meditação que são recomendadas para nos mantermos erectos
confortavelmente, só variando pela posição das pernas. A meditação relaxa a
mente, descansa-a em absoluto e o corpo mantém-se estático. O espírito então
encontra-se livre dos pensamentos. Para a mente é um descanso merecido, para o
espírito é uma espécie de férias.
Na meditação o corpo não descansa
completamente; em contrapartida, no relaxamento é o contrário, o corpo descansa
e a mente pode manter-se em actividade. É necessário que a mente descanse
através da meditação, caso contrário dever-se-ia tomar um psico-fármaco. Na
meditação é quando o espírito está mais livre. Para poder meditar é necessária
a técnica do Yoga proposta por Patanjali: VIYOGA. Separar a mente do espírito,
consegue-se meditando. O primeiro estádio quando se medita é não pensar
produzindo-se então a separação do espírito da mente. O Espírito e a Mente
(sentimentos e pensamentos) cruzam-se, confundem-se e criam resistências entre
si. Isto provoca conflitos que se podem evitar quando se aprende a diferenciar
o que se pensa do que se sente. Cada um deve aprender a respeitar os seus dois
planos que não devem, necessariamente, dirigir-se num só sentido.
As posturas de meditação tem o nome
de dhyanasana no yoga.
Sukhasana – Postura Fácil
Sukha em sânscrito significa fácil e é assim chamado porque é uma
posição “relativamente simples” em comparação com outras, mesmo que não seja
mantida por um longo tempo. Às vezes, dependendo do estilo é chamado também de
um quarto de lótus.
Consiste em cruzar as
pernas e colocar os joelhos sobre os pés opostos. As costas são retas, o
peitoral aberto e as mãos podem ser colocadas de várias maneiras.
É uma posição que
também pode ser assumida por quem tem problemas nos joelhos ou quem não tem
flexibilidade nos quadris.
Normalmente, essa
posição é tomada no início e no final de uma aula de yoga para recitar o Om ou
qualquer outro mantra.
Vajrasana – Postura do diamante
Vajra em sânscrito significa relâmpago e diamante; na verdade, é
conhecido como a postura do diamante. É assim chamado porque é dito que se
alguém permanecer em meditação por muito tempo usando este asana, a mente
se torna forte como um raio e brilhante como um diamante.
Para fazer a postura,
apenas ajoelhe-se e sente-se sobre os calcanhares. Os joelhos e os pés estão
juntos. As costas são retas, o peitoral aberto, o pescoço paralelo ao chão e as
mãos podem ser abertas e colocadas nas coxas ou também pode ser usado um mudra.
Embora a postura do
diamante seja excelente para aqueles que são particularmente rígidos na região
do quadril e não podem se sentar no chão, também pode ser um pouco intenso para
os joelhos e tornozelos. Para evitar dores nos joelhos, coloque uma almofada
entre as panturrilhas e as coxas. Para aliviar os tornozelos, ponha uma
almofada sob as canelas.
Se você sentir dor nas
duas áreas, experimente colocar um travesseiro entre as coxas e panturrilhas e
outro sob as canelas.
Outra maneira de
assumir essa posição é usar um banco de meditação, em vez de almofadas. Isso
permitirá que você levante ligeiramente a pélvis e, assim, haverá menos pressão
nos joelhos e tornozelos.
Esta posição
meditativa é uma variante simplificada do lótus completo e é, em minha opinião,
um pouco mais avançada do que as anteriores, pois requer boa flexibilidade dos
quadris.
Virasana, postura do herói
É muito semelhante
ao Vajrasana, a posição do diamante, mas
neste caso os pés estão tão abertos quanto a pélvis e as nádegas repousam no
chão. É muito intenso para os joelhos.
Ardha Padmasana, postura de meia lótus
Assim como a palavra
diz, isso é feito colocando um pé na coxa oposta, como no lótus, enquanto o
outro pé passa por baixo da outra perna, perto da pelve. As costas são retas,
os ombros abertos e as mãos podem ser colocados de inúmeras maneiras.
É levemente intenso
para o joelho da perna que está posicionado no meio lótus, principalmente se
você não for flexível nos quadris. Se não pratica há muito tempo, aconselhamos
que não faça com o corpo frio, deixe essa postura para o final da sessão de
yoga, quando o corpo está mais aberto e relaxado.
Padmasana, postura de lótus
A posição de lótus é talvez a posição de yoga
mais conhecida e pode ser considerada o símbolo da espiritualidade e da
meditação. Leva o nome da flor de lótus e confere beleza, estabilidade e
tranquilidade ao praticante, que são por acaso as características da flor.
É realizada trazendo o
pé direito sobre a coxa esquerda, o mais próximo possível da pelve, e o pé
esquerdo passa sobre a coxa direita. As costas são retas, o peitoral aberto e o
pescoço esticado para cima.
Embora bonita e sem
dúvida muito estável, esta é uma das posições mais difíceis de realizar e só é
adequada para quem pratica yoga há muito tempo ou para quem é particularmente
flexível na zona dos quadris. Na verdade, é muito intenso para os joelhos e, se
feito muito cedo pode causar mais mal do que bem. Melhor ser humilde e paciente
na prática.
Às vezes, pode levar
muitos anos antes que você consiga fazê-lo corretamente e mantê-lo por um longo
tempo para meditação.
Inicialmente é melhor
tentar fazê-lo sob os olhos de um professor e no final de uma sessão de yoga,
quando o corpo está mais aberto e relaxado.
Sentado na cadeira
Esta não é uma posição
de yoga, mas, se você simplesmente não consegue sentar-se no chão, pode ser uma
alternativa para começar a meditar.
Consiste em sentar-se
com as costas retas em uma cadeira, mas não tão próximo às costas como está
acostumado, mas sim de frente. Isso permite que a pelve gire ligeiramente para
a frente e, assim, fornece maior apoio para as costas. As solas dos pés devem
ficar totalmente no chão, mas se não tocarem no chão, você também pode usar um
suporte entre os pés e o chão.
Savasana, postura do cadáver
Deve ser assumida
apenas por quem tem problemas físicos graves e não pode sentar-se no chão ou na
cadeira. A postura do cadáver é uma excelente
técnica de relaxamento, mas não a recomendo para a maioria dos praticantes se o
propósito for meditar, porque é particularmente muito relaxante e você tende a
adormecer.
6: Respiração para relaxamento:
A respiração é um processo tão
automático, que nem mesmo paramos para pensar em sua importância e frequência.
Existem diferentes formas de praticar a respiração para ter diferentes
resultados. Conheça os principais.
Respiração luminosa
Kapalabhati, ou técnica de respiração
luminosa, é um exercício que promove a purificação do sangue e do
fígado e ainda aumenta os níveis de oxigênio no seu corpo, fazendo com que a
sua mente fique mais tranquila e relaxada.
Para a técnica, fique sentado sobre as
suas pernas e coloque as mãos no joelho. Depois, durante o processo de exalar o
ar, faça com que o seu umbigo se volte em direção à sua coluna, de modo que
saia o som de CH quando os lábios estiverem contraídos. Repita por um minuto.
Respiração do leão
A técnica de respiração conhecida
como do leão, ou simhasana, é uma das mais
eficientes para aliviar o estresse. O método leva esse nome (simha = leão)
porque temos que nos comportar como um durante as meditações, ou seja, com foco
e disciplina.
Para colocar em prática, inspire de
maneira bem profunda pelo nariz e expire pela boca fazendo um forte som de AHH.
É importante deixar a boca bem aberta e com a língua para fora, para promover
uma verdadeira limpeza e eliminação dos pensamentos ruins.
Ao mesmo tempo em que estiver
inspirando, olhe para cima – somente com os olhos e sem movimentar o pescoço.
Essa técnica pode ser feita de barriga para baixo e apoiando os joelhos e mãos
no chão. Também pode ser praticada com você sentado e de pernas cruzadas.
Além de aliviar o estresse, a respiração
do leão promove o fortalecimento dos olhos e dos músculos da sua região facial.
Respiração bhastrika
A técnica de respiração
bhastrika tem efeito energizante no organismo, pois oxigena o
sangue, tonifica a região abdominal e estimula funções do sistema digestivo e
respiratório.
Para aplicar durante os seus momentos de
meditação, fique ajoelhado ou em posição de lótus e coloque as duas mãos no
abdômen. Na sequência, inspire e expire rapidamente, assim como a respiração
acelerada de cachorros, por exemplo.
O objetivo é que o seu abdômen se
movimente no sentido de entrar e sair, conforme a sua respiração. O ideal é
fazer três ciclos com dez inspirações e expirações, sendo o mais indicado
durante a manhã ou tarde, já que pode comprometer o seu sono se for feita à
noite ou muito perto do horário de dormir.
Mulheres grávidas, pessoas com glaucoma,
hipertensão, cardiopatias ou que tenham restrições médicas não deve praticar a
bhastrika.
As técnicas de respiração,
principalmente quando alinhadas à meditação, proporcionam bem-estar e ainda
podem minimizar diversos sintomas causados por má postura, estresse e
ansiedade. Entretanto, lembre-se sempre de consultar um especialista e nunca
ignore os tratamentos indicados por um médico.
Deve ser baixa, o que permite como poder da mente e do corpo, ou completa.Respirações meditativas: Pranayamas podem ser realizados. (A respiração mais baixa não é aconselhada por muito tempo porque não permitiria a).- Respiração quadrada.- Sama Vritti Pranayama (Acalma como pensamentos mentais).- Bhramari (som pessoal, semelhante ao zumbido da abelha).
7 Cuales son las 4
asanas que Asuri Kapila enseñaba?
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8: A postura para meditar deve ser sentada porque permite que a pessoa fique concentrada (não relaxada), em conexão com a Terra e o céu. Existem 12 posturas possíveis, nas quais as posições das pernas variam, mas o tronco permanece semper ereto. A meditação deve preferencialmente ser sentada e ter a coluna, pois nao eh uma técnica exclusivamente mental, mas tambem um trabalho energetico interno. E a postura que adotamos influencia no movimento e despertar dessa energia, passando de forma ascendente por dentro de nossa coluna.
9: Os mudras que são usados ao meditar são:
- Chi
mudra que consiste em colocar as costas das mãos nas coxas e unir a ponta
do dedo indicador com a do polegar. Às vezes, também é praticado com a
ponta do dedo indicador indo até a base do polegar.
- Gyana
mudra que é como o anterior, mas com as mãos voltadas para baixo.
- Dhyana
mudra que consiste em colocar as mãos na frente da pelve, uma acima da
outra e voltadas para cima. A esquerda desce. Os polegares podem ficar
juntos ou ficar relaxados também.
- pramāṇa :
julgamento válido ou conhecimento objetivo baseado na experiência ou
experimentação;
- viparyaya :
julgamento errôneo ou conhecimento não objetivo que não é baseado na
experiência ou experimentação;
- vikalpa :
conceituação ou conhecimento indireto baseado na fala, nas palavras ou
mesmo na imaginação que não é baseada na realidade;
- nidrā : sono,
sonolência, mas também perda de atenção;
- smṛti :
impressões acumuladas na citta, mas também uma chamada à memória.
- Karuna, ou desviados. Com as mãos abertas no colo.- Shakti mudra, energia feminina e conexão com a Terra.- Sunya, ou vazio. Mãos em forma de tigela.- Jirachakra: ativa a energia dos chakras, mas em algum momento deve estar relaxado. (An palmas para os demais combinados).
10: Vrittis: Vibrações mentais. é um termo sânscrito que significa “flutuação” ou “movimento do pensamento”. Nos Ioga Sutras de Patañjali , este termo designa qualquer modificação da mente ( citta ).
11: Mala: Objeto de concentração. 108 miçangas de madeira ou miçangas, sem metal, com fio de algodão. Uso privado. em sânscrito , “ mala ” apresenta o significado de guirlanda, significa terço, cordão
12: Japa: Técnica de meditação. “japa” significa rezar, sussurrar.
13: Mantra: É uma vibração que controla o pensamento e a consciência. Sílaba, palavra, fonema ou grupo de palavras, escrita em sânscrito, que possui uma energia mental e espiritual. Elas podem ser escritas, recitadas, desenhadas, imaginadas ou podem ser adicionadas músicas. Basicamente é um método para controlar a mente e libertar o espírito.14: Nada: Som. Concentração na música e no som interior.15: Tarkha: Reflexão. dupla concentração. Decompor um pensamento em análise e depois me desapegar dele.16: Meru: É o fim do japa, onde a primeira e as últimas contas se encontram. Topo da montanha mais alta do Himalaia. É uma franjinha. Cores apropriadas: Branco (sem custo), amarelo (estudante).17: Laya Yoga: Oitavo estágio necessário em um yogi. Consiste em contemplar com atenção especial objeto externo, ou o som interno que percebe ao fechar os olhos. Seu propósito é a absorção da atenção plena através do cultivo e da prática do samadhi.18: Contemplação: É observar imagens interpor imagens internas, externas sem reflexão. Observar sem comparar. O objeto da concentração vem em direção ao indivíduo. Observar as imagens exteriores sem interpor as imagens interiores, evitando a reflexão ou Tarka. A concentração pode ser numa imagem interna, como uma lembrança, por exemplo, enquanto que a contemplação, pelo contrario, só pode ser de uma imagem externa. Quem observa não compara o observado com as recordações.
19: A visualização é uma técnica que leva à concentração. É interno. Nyasa (tour), onde o foco está nas diferentes cores e suas energias. Difere da contemplação porque o indivíduo e sua atenção vão para um objeto que não está presente no plano concreto. A visualização é uma maneira saudável de trazer energia positiva para sua mente, corpo e espírito, expandindo sua capacidade de criatividade. As experiências de meditação e visualização irão variar. É melhor deixar as expectativas e se render à sua própria sabedoria interior.
20 cores que deve ser visualizados para acalmar a mente:- Verde: Harmoniza os chakras da cabeça e cria os pensamentos.- Branco: Proporcionalmente clareza.21: Dristtis:
Drishti é fixar o olhar num único ponto,
cultivando a concentração. Aplicar drishti na prática de Yoga nos torna Yogis
mais focados, para que possamos ver as coisas como elas realmente são, sem
adicionar nossas fantasias à realidade.
Existem nove drishti no Yoga:
1. Nasagra drishti: a ponta do nariz
2. Bhrumadhya drishti: o espaço entre as
sobrancelhas
3. Nabhi chakra drishti: o umbigo
4. Angusthamadhya
drishti: o polegar
5. Hastagram drishti: as mãos ou ponta dos
dedos
6. Parsva drishti: o lado direito
7. Parsva drishti: o lado esquerdo
8. Padayoragram
drishti: os pés ou dedos dos pés
9. Urdhva drishti: para cima
Leve o visual a um ponto. Promova uma concentração. É necessário ter o mínimo de estímulos sensoriais possíveis. (Não fume ou incorpore mantras). É parte fundamental para realizar a técnica de Treatk (concentração).
22: Vipassana: É uma antiga técnica indiana de meditação,
redescoberta por Buda há 2500 anos. É a autotransformação através da respiração
e da auto-observação. Também inclui tarkha. Vipassana,
que significa ver as coisas como realmente são, é uma das mais antigas técnicas
de meditação da Índia. Foi redescoberta pelo Buda Gotama há mais de 2500 anos e
ensinada por ele como um remédio universal para males universais, ou seja,
uma Arte
de Viver. Esta técnica não sectária visa a total erradicação das
impurezas mentais e a resultante felicidade suprema da libertação completa.
Vipassana é um caminho de autotransformação através da auto-observação.
Focaliza-se na profunda interconexão entre a mente e o corpo, que pode ser
experimentada diretamente pela atenção disciplinada às sensações físicas, que
formam a vida do corpo e que se interconectam continuamente e condicionam a
vida da mente. É esta jornada de autoconhecimento baseada na observação à raiz
comum da mente e do corpo que dissolve as impurezas mentais, resultando numa
mente equilibrada, cheia de amor e compaixão.
As leis científicas que acionam os pensamentos, sentimentos, julgamentos e
sensações tornam-se claras. Pela experiência direta, compreende-se a natureza
de como se progride ou regride, como se produz sofrimento ou se liberta do
mesmo. A vida começa a caracterizar-se pelo aumento da consciência, libertação
de ilusao
23: Samatha é um termo usado dentro da meditação budista para designar o aspecto de treinamento que leva à calma e concentração. Dentro da tradição Teravada muitos adotam a dualidade Vipassana/Samatha para ensinamento da pratica meditativa.Estado que está aqui e catalogando a calma e calmamente a mente para que ela pare de julgar.
24: Samaskara: Impressão que se guarda na memória através dos sentidos. Mais tarde, eles são usados pela mente como conhecimento acumulado.25: Anthar Mouna: Técnica do silêncio e vá para dentro. Procura reconhecer cada um dos sentidos para finalmente abstrair-se de todos eles e chamar a atenção para um objeto. É uma introdução preliminar ao estado de meditação. Pode ser feito por cerca de 20 minutos. Quando os sentidos são conhecidos, o em que se concentra é o ouvido, para levar em algum momento a reconhecer o som interno.
Entretanto,
já que não podemos conseguir um ambiente com silêncio absoluto, usamos um
conjunto de técnicas para criar silêncio interior. Esse silêncio interior
nos ajuda a eliminar os obstáculos dos ruídos exteriores.
Assim,
podemos praticar sem precisar nos mudar para o gelo eterno dos Himalaias. Onde,
por sinal, o vento e a água que descem dos glaciares também fazem um barulho
ensurdecedor.
O silêncio interior
Antar mouna significa silêncio interior. É uma das
práticas mais importantes do Yoga, pois nos ensina a estabelecer um saudável
distanciamento em relação ao diálogo mental.
É uma
ótima maneira de começar a meditar, pois, ao invés de ficar lutando com a
mente, você apenas a observa. É igualmente uma técnica excelente para quem
não consegue ainda concentrar-se em objetos de meditação abstratos, como
símbolos psíquicos ou visualizações.
Porém, o antar mouna é muito mais do que isso.
Ao longo das suas diversas fases começam a surgir lembranças, experiências,
sentimentos ou pensamentos reprimidos e esquecidos, mas nem sempre resolvidos.
Essas
latências subconscientes, chamadas saṁskāras,
determinam as nossas atitudes, formas de pensar e agir. São obstáculos
poderosos que barram a evolução e produzem sofrimento: tentar controlá-las
equivaleria a tentar controlar uma intoxicação alimentar.
Da mesma
forma que um alimento inadequado envenena o organismo, os saṁskāras poluem a psiquê. Toda
lembrança, pensamento ou sentimento pode servir para o autoconhecimento ou para
alimentar e reforçar ainda mais a ignorância.
A boa
notícia é que não precisamos fazer nada em relação aos saṁskāras: quando nos firmamos na testemunha
equânime que somos e reconhecemos o espaço que existe entre o observador que
somos e aquilo que observamos, eles simplesmente perdem a força.
Como funciona
o antar mouna?
O antar mouna nos ensina a mitigar o
conflito interior causado pelos saṁskāras e
a estabelecer uma relação distante com o diálogo incessante da mente. Nos
ensina a respeitar a mente e aceitar os seus conteúdos.
Nos
ensina a ver-nos como a testemunha imparcial que somos, aceitando as
experiências e reações da mente e, posteriormente, aprendendo a dar um comando
a elas.
Lembranças,
medos, pensamentos e sentimentos ocultos durante anos emergem um a um, se
debilitam e desintegram. Em muitos casos aparece o medo que, por sua vez,
determina muitos dos nossos pensamentos e ações.
O
processo de substituição desses conteúdos aflitivos por seus opostos aparece no Yogasūtra (II:29,30) de Patañjali:
“Quando surgirem pensamentos indesejáveis, estes podem ser vencidos
convivendo-se com seus opostos.
“Os
pensamentos indesejáveis, assim como os de agressão (…), são frutos da
ignorância e sempre acabam em sofrimento infindável. [Por isso é necessário
convivermos com seus opostos]”. Este é um processo de purificação psíquica
muito efetivo, chamado cittaśuddhi.
A
importância desse processo é que ele nos permite reconhecer que somos
essencialmente diferentes dos conteúdos mentais e papéis que representamos na
vida, com os quais vivemos identificados o tempo todo. Esse desapego aos
pensamentos essencial para cessar todas as formas de aflição ou sofrimento.
Diz
Patañjali a esse respeito: “Tudo provoca dor para o sábio: sejam as latências,
as experiências ou suas conseqüências, ou a interação entre os estados da realidade (guṇas). A dor que ainda não surgiu deve ser
evitada”. Yogasūtra, II:15-16.
O saṁskāra é o conjunto das raízes
profundas dos condicionamentos do ser, de caráter kármico e inato, que se
estruturam em malhas subconscientes. Perpetua-se através das gerações por
herança histórica, cultural ou étnica, afetando a todos os indivíduos.
Estamos
condicionados a agir sempre em consonância com o saṁskāra,
que funciona como um modelo padrão de comportamento. J. Woodroffe dá o exemplo
de uma tira de borracha que, embora possa assumir as mais diversas formas,
sempre tenderá a retomar a original.
As vāsanās (lit., perfume) são as latências subconscientes. O
cheiro que uma flor deixa em um pano é a vāsanā dessa
flor: mesmo depois de retirá-la, o perfume permanece.
As vāsanās constituem um colossal
obstáculo para o meditante, pois a vida subconsciente é um fluxo constante de
impressões latentes que dão corpo aos vrittis.
Estes,
por sua vez, determinam as ações do indivíduo (karma)
e assim entra-se num triângulo vicioso: os condicionamentos determinam os
pensamentos, que determinam as ações, que reforçam os condicionamentos, que
determinam os pensamentos, que provocam as ações, e assim por diante:
saṁskāra -> vṛtti -> karma ->
saṁskāra -> vṛtti -> karma ->
saṁskāra -> vṛtti -> karma ->…
Para
atingir a cessação da identificação com os conteúdos psíquicos (cittavṛtti nirodhaḥ), como propõe Patañjali,
é necessário aniquilar essas
tendências através do distanciamento, a não-identificação e a auto-observação.
O alvo do antar mouna é observar o processo que
alimenta o pensamento através dos sentidos e a atividade subconsciente (o saṁskāra e as vāsanās,
que dão corpo à vida psíquica).
Após
haver traçado o perfil dessas latências, a técnica serve para fazer surgir os
‘pensamentos indesejáveis’, os vṛttis que
Patañjali menciona.
Em
seguida, evocar as lembranças associadas a esses pensamentos e reviver as
situações que as provocaram, esgotando-as e indo até o final delas, mantendo o
tempo a atitude da testemunha, sakṣi.
Isso
produz uma purificação da psiquê (cittaśuddhi)
que culmina na inversão dos padrões de comportamento e nos condicionamentos que
os originam. Reprogramar é substituir esses ‘pensamentos indesejáveis’
pelos seus opostos, com ensina Patañjali.
Isolar a
causa raiz do vṛtti, conhecer,
observar, desenterrar, entender, limpar, reorganizar, substituir e, finalmente,
eliminar a identificação com todo e qualquer conteúdo mental, mudando a
perspectiva.
Noutras
palavras, conhecer o saṁskāra,
substituir os conteúdos indesejáveis pelos seus opostos e, posteriormente,
eliminar também a identificação com esses conteúdos.
26: o Aarathi? e por que cada objeto é usado. na meditação hindu
Arti é derivado da palavra sânscrita आरात्रिक ( ārātrika ), que significa algo que remove rātrī , escuridão .
Diz-se que Arti descendeu do conceito védico de rituais de fogo, ou homa . Na tradicional cerimônia arti , a flor representa a terra (solidez), a água e o lenço que a acompanha correspondem ao elemento água (liquidez), o ghee ou lamparina a óleo representa o componente fogo (calor), o leque de pavão transmite a preciosa qualidade de o ar (movimento) e o leque de cauda de iaque representam a forma sutil do éter (espaço). O incenso representa um estado mental purificado, e a "inteligência" da pessoa é oferecida por meio da adesão às regras de tempo e ordem de oferendas. Assim, toda a existência de uma pessoa e todas as facetas da criação material são simbolicamente oferecidas ao Senhor por meio da cerimônia arti .
O
objetivo da realização de arti é
o aceno de pavios acesos diante das divindades em um espírito de humildade e
gratidão, em que os seguidores fiéis ficam imersos na forma divina de deus.
Simboliza os cinco elementos :
1. Espaço ( akash )
2. Vento ( vayu )
3. Fogo ( agni )
4. Água ( jal )
5. Terra ( prithvi )
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